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<title>Jornal Voz da Comunidade - Ermelino Matarazzo</title>
<link>http:/www.vozdacomunidade.com.br</link>
<description>Jornal voz da Comunidade, not&iacute;cias de Ermelino Matarazzo, Ponte Rasa e regi&atilde;o</description>
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<title>AI-5 Nunca Mais</title>
<link>http:/www.vozdacomunidade.com.br/modules.php?name=News&amp;file=article&amp;sid=181</link>
<description>&lt;div class=&quot;TituloGeral&quot;&gt;13 de dezembro de 1968: AI-5 Nunca Mais &lt;em&gt;- 13/12/2008&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;br&gt;H&aacute;
40 anos, em 13 de dezembro de 1968, foi decretado o Ato Institucional
N&uacute;mero Cinco, o AI-5, retirando dos brasileiros, uma s&eacute;rie de
liberdades, inclusive a de express&amp;atilde;o. Iniciado com o golpe de 1964, o
regime militar j&aacute; havia emitido outros decretos, por&eacute;m o AI-5 &eacute;
considerado por historiadores, como o golpe dentro do golpe na Ditadura
Militar no Brasil.&lt;br&gt;</description>
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<title>AM&amp;Eacute;RICA LATINA</title>
<link>http:/www.vozdacomunidade.com.br/modules.php?name=News&amp;file=article&amp;sid=180</link>
<description>&lt;div align=&quot;left&quot;&gt;03.12.08 - &lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;right&quot;&gt;&lt;div&gt;&lt;div align=&quot;left&quot;&gt;&lt;strong&gt;Medell&iacute;n, quarenta anos: 1968-2008&lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;Pe. Jos&eacute; Oscar Beozzo *&lt;br&gt;&lt;br&gt;Adital - &lt;/strong&gt;Passadas quatro d&eacute;cadas da Confer&amp;ecirc;ncia de Medell&iacute;n (26 de agosto a 07 de setembro de 1968), j&aacute; dispomos de suficiente recuo hist&oacute;rico para aquilatar seu significado, medir o raio de sua influ&amp;ecirc;ncia e seus desdobramentos sociais, eclesiais e espirituais (1). &lt;div&gt;Alguns eventos grandemente prezados e festejados perdem, anos depois, seu brilho e vigor, enquanto outros se revelam fonte permanente de inspira&amp;ccedil;&amp;atilde;o e renova&amp;ccedil;&amp;atilde;o, &amp;quot;como &aacute;rvore plantada junto a riachos, que d&aacute; seu fruto no tempo devido e cujas folhas nunca fenecem&amp;quot;, (Sl 1, 3), na bela imagem do salmista. &lt;/div&gt;&lt;br&gt;&lt;div&gt;UMA IGREJA COM ROSTO PR&Oacute;PRIO&lt;/div&gt;&lt;br&gt;&lt;div&gt;Como o passar do tempo, cresceu a consci&amp;ecirc;ncia de que em Medell&iacute;n foi lavrada, num certo sentido, a ata de nascimento da Igreja latino-americana e caribenha, com rosto pr&oacute;prio e protagonismo eclesial, cheia de significado para si, mas tamb&eacute;m para as igrejas irm&amp;atilde;s dos outros continentes, para a igreja particular de Roma e para a caminhada de outras igrejas crist&amp;atilde;s. Medell&iacute;n teve ainda grande impacto na vida dos crist&amp;atilde;os comuns, de suas comunidades e pastorais e no panorama pol&iacute;tico e social do continente.&lt;/div&gt;&lt;br&gt;&lt;div&gt;Propomo-nos salientar alguns aspectos de Medell&iacute;n que continuam vigentes e influentes; examinar sua rela&amp;ccedil;&amp;atilde;o com as posteriores confer&amp;ecirc;ncias gerais do episcopado latino-americano e caribenho, Puebla (1979), Santo Domingo (1992) e, em especial, Aparecida (2007) e identificar os novos desafios colocados pela cambiante realidade do continente, do mundo e da igreja.&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;</description>
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<title>MUNDO</title>
<link>http:/www.vozdacomunidade.com.br/modules.php?name=News&amp;file=article&amp;sid=179</link>
<description>&lt;div align=&quot;left&quot;&gt;01.12.08 -&lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;right&quot;&gt;&lt;div&gt;&lt;div align=&quot;left&quot;&gt;&lt;strong&gt;Eles n&amp;atilde;o amam a vida&lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;Leonardo Boff *&lt;br&gt;&lt;br&gt;Adital - &lt;/strong&gt;A busca de uma sa&iacute;da para a crise econ&amp;ocirc;mico-financeira mundial est&aacute; cercada de riscos. O primeiro &eacute; que os pa&iacute;ses ricos busquem solu&amp;ccedil;&amp;otilde;es que resolvam seus problemas, esquecendo do car&aacute;ter interdependente de todas as economias. A inclus&amp;atilde;o dos pa&iacute;ses emergentes pouco significou, pois suas propostas mal foram consideradas. Prevaleceu ainda a l&oacute;gica neoliberal que garante a parte leonina aos ricos. O segundo &eacute; perder de vista as demais crises, a ecol&oacute;gica, a clim&aacute;tica, a energ&eacute;tica e a alimentar. Concentrar-se apenas na quest&amp;atilde;o econ&amp;ocirc;mica, sem considerar as outras, &eacute; jogar com a insustentabilidade a m&eacute;dio prazo. Cabe recordar o que diz a Carta da Terra: &amp;quot;nossos desafios ambientais, econ&amp;ocirc;micos, pol&iacute;ticos, sociais e espirituais est&amp;atilde;o interligados e juntos podemos forjar solu&amp;ccedil;&amp;otilde;es includentes&amp;quot; (Pre&amp;acirc;mbulo). O terceiro risco, mais grave, consiste em apenas melhorar as regula&amp;ccedil;&amp;otilde;es existentes em vez de buscar alternativas, com a ilus&amp;atilde;o de que o velho paradigma neoliberal teria ainda a capacidade de tornar criativo o caos atual. &lt;div&gt;O problema n&amp;atilde;o &eacute; a Terra. Ela pode continuar sem n&oacute;s e continuar&aacute;. A magna quaesto, a quest&amp;atilde;o maior, &eacute; o ser humano voraz e irrespons&aacute;vel que ama mais a morte que a vida, mais o lucro que a coopera&amp;ccedil;&amp;atilde;o, mais seu bem estar individual que o bem geral de toda a comunidade de vida. Se os respons&aacute;veis pelas decis&amp;otilde;es globais n&amp;atilde;o considerarem a inter-retro-depend&amp;ecirc;ncia de todas estas quest&amp;otilde;es e n&amp;atilde;o forjarem uma coaliz&amp;atilde;o de for&amp;ccedil;as capaz de equacion&aacute;-las a&iacute; sim estaremos literalmente perdidos.&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;</description>
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<title>Lixo no ar</title>
<link>http:/www.vozdacomunidade.com.br/modules.php?name=News&amp;file=article&amp;sid=178</link>
<description>&lt;div&gt;Por Danilo Pretti Di Giorgi* &lt;/div&gt;&lt;br&gt;&lt;div&gt;&lt;br&gt;&lt;div&gt;Do lugar onde moro em S&amp;atilde;o Paulo, tenho uma vis&amp;atilde;o privilegiada da cidade, algo raro na capital paulista, cheia de pr&eacute;dios que roubam o horizonte. Desfruto, especificamente, de uma ampla vis&amp;atilde;o em dire&amp;ccedil;&amp;atilde;o &amp;agrave; regi&amp;atilde;o sudoeste. &Eacute; uma bela vista, apesar de angustiante, especialmente nos dias de sol no inverno, quando uma espessa e sombria camada de fuma&amp;ccedil;a escura paira rasante sobre a paisagem. O ac&uacute;mulo da fuma&amp;ccedil;a nesta &eacute;poca do ano &eacute; efeito da invers&amp;atilde;o t&eacute;rmica, fen&amp;ocirc;meno clim&aacute;tico que dificulta a dissipa&amp;ccedil;&amp;atilde;o da polui&amp;ccedil;&amp;atilde;o.&lt;br&gt;&amp;nbsp;&lt;br&gt;Quem sofre mais s&amp;atilde;o as crian&amp;ccedil;as e os idosos. A Organiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o Mundial da Sa&uacute;de estima que, em todo mundo, mais de 1 milh&amp;atilde;o de crian&amp;ccedil;as morrem por ano v&iacute;timas da polui&amp;ccedil;&amp;atilde;o. Em S&amp;atilde;o Paulo, 3 mil mortes anuais s&amp;atilde;o atribu&iacute;das a doen&amp;ccedil;as causadas pela p&eacute;ssima qualidade do ar. Esses n&uacute;meros n&amp;atilde;o levam em conta recentes estudos que mostram que a polui&amp;ccedil;&amp;atilde;o do ar aumenta consideravelmente as chances de doen&amp;ccedil;as cardiovasculares e derrames.&lt;br&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;</description>
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<title>&amp;quot;Juventudes SP&amp;quot;: um panorama da juventude paulista e das iniciativas e</title>
<link>http:/www.vozdacomunidade.com.br/modules.php?name=News&amp;file=article&amp;sid=177</link>
<description>&lt;div&gt;Por Adalberto Marcondes, da Envolverde &lt;/div&gt;&lt;br&gt;&lt;div&gt;&lt;br&gt;&lt;div&gt;Nos &uacute;ltimos tr&amp;ecirc;s anos, o tema &amp;quot;juventude&amp;quot; est&aacute; presente cada vez mais em textos, documentos e artigos e &eacute; alvo de um n&uacute;mero cada vez maior de programas e a&amp;ccedil;&amp;otilde;es sociais. Centenas de projetos est&amp;atilde;o atualmente em andamento no Estado de S&amp;atilde;o Paulo. E o p&uacute;blico &eacute; grande: s&amp;atilde;o mais de 7 milh&amp;otilde;es de jovens no Estado, ou seja, aproximadamente 18,3 % da popula&amp;ccedil;&amp;atilde;o local.&lt;br&gt;&lt;br&gt;Essa &amp;quot;movimenta&amp;ccedil;&amp;atilde;o social&amp;quot; enfrenta desafios ao mesmo tempo hist&oacute;ricos e modernos. &Eacute; estimulada principalmente por organiza&amp;ccedil;&amp;otilde;es da sociedade civil e por empresas que buscam ser socialmente respons&aacute;veis e nos revela que muitos resultados positivos est&amp;atilde;o sendo alcan&amp;ccedil;ados.&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;</description>
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<title>N&amp;atilde;o desperdi&amp;ccedil;ar as oportunidades da crise</title>
<link>http:/www.vozdacomunidade.com.br/modules.php?name=News&amp;file=article&amp;sid=176</link>
<description>&lt;strong&gt;N&amp;atilde;o desperdi&amp;ccedil;ar as oportunidades da crise&lt;br&gt;&lt;br&gt;Leonardo Boff *&lt;br&gt;&lt;br&gt;Adital - &lt;/strong&gt;Face ao cataclismo econ&amp;ocirc;mico-financeiro mundial se desenham dois cen&aacute;rios: um de crise e outro de trag&eacute;dia. Trag&eacute;dia seria se toda a arquitetura econ&amp;ocirc;mica mundial desabasse e nos empurrasse para um caos total com milh&amp;otilde;es de v&iacute;timas por viol&amp;ecirc;ncia, fome e guerra. N&amp;atilde;o seria imposs&iacute;vel, pois o capitalismo, geralmente, supera as situa&amp;ccedil;&amp;otilde;es ca&oacute;ticas mediante a guerra. Ganha ao destruir e ganha ao reconstruir. Somente que hoje esta solu&amp;ccedil;&amp;atilde;o n&amp;atilde;o parece vi&aacute;vel, pois uma guerra tecnol&oacute;gica liquidaria com a esp&eacute;cie humana; s&oacute; cabem guerras regionais sem uso de armas de destrui&amp;ccedil;&amp;atilde;o em massa. &lt;div&gt;Outro cen&aacute;rio seria de crise. Para ela, n&amp;atilde;o acaba o mundo econ&amp;ocirc;mico, mas este tipo de mundo, o neoliberal. O caos pode ser criativo, dando origem a outra ordem diferente e melhor. A crise teria, portanto, uma fun&amp;ccedil;&amp;atilde;o purificadora, abrindo espa&amp;ccedil;o para uma outra oportunidade de produ&amp;ccedil;&amp;atilde;o e de consumo.&amp;nbsp; &lt;/div&gt;</description>
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<title>&amp;Eacute; urgente a a&amp;ccedil;&amp;atilde;o apost&amp;oacute;lica dos leigos na Igreja</title>
<link>http:/www.vozdacomunidade.com.br/modules.php?name=News&amp;file=article&amp;sid=175</link>
<description>15.11.2008&lt;br&gt;&lt;strong&gt;&Eacute; urgente a a&amp;ccedil;&amp;atilde;o apost&oacute;lica dos leigos na Igreja&lt;/strong&gt;&lt;br&gt;Salientou o Papa pedindo uma nova gera&amp;ccedil;&amp;atilde;o...&lt;br&gt;</description>
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<title>A crise financeira e o impacto ambiental</title>
<link>http:/www.vozdacomunidade.com.br/modules.php?name=News&amp;file=article&amp;sid=174</link>
<description>&lt;div&gt;&lt;strong&gt;07/11/2008 - 01h11&lt;/strong&gt;&lt;br&gt;A crise financeira e o impacto ambiental&lt;/div&gt;&lt;br&gt;&lt;div&gt;Por Reda&amp;ccedil;&amp;atilde;o do IHU - Unisinos &lt;/div&gt;&lt;br&gt;&lt;div&gt;&lt;br&gt;&lt;div&gt;A crise financeira surge em meio &amp;agrave; outra crise, t&amp;atilde;o relevante para nossas vidas quanto o problema econ&amp;ocirc;mico: a crise ambiental. Os problemas previstos com a quest&amp;atilde;o do clima no mundo suscitaram debates, discuss&amp;otilde;es e pouca ades&amp;atilde;o. Por&eacute;m, a crise financeira promoveu uma mobiliza&amp;ccedil;&amp;atilde;o mundial para reestabilizar o mercado mundial.&lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;</description>
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<title>A Op&amp;ccedil;&amp;atilde;o pelos Pobres e a urg&amp;ecirc;ncia da Miss&amp;atilde;o - 40 anos</title>
<link>http:/www.vozdacomunidade.com.br/modules.php?name=News&amp;file=article&amp;sid=173</link>
<description>&lt;br&gt;A Segunda Confer&amp;ecirc;ncia dos Bispos da Am&eacute;rica Latina e do Caribe, realizada em Medell&iacute;n em 1968, &eacute; muito mais do que um Documento. Na celebra&amp;ccedil;&amp;atilde;o de seus 40 anos, sobretudo quando a relacionamos com Aparecida, constata-se que Medell&iacute;n &eacute; um esp&iacute;rito, um ponto de partida, que continua fazendo caminho em nossas comunidades eclesiais. </description>
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<title>Analfabetismo se concentra entre pobres, negros e nordestinos, aponta Unesco</title>
<link>http:/www.vozdacomunidade.com.br/modules.php?name=News&amp;file=article&amp;sid=172</link>
<description>Bras&iacute;lia - O analfabeto brasileiro continua sendo em sua maioria nordestino, negro, de baixa renda e com idade entre 40 e 45 anos. A an&aacute;lise &eacute; do especialista em educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o de jovens e adultos da Organiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o das Na&amp;ccedil;&amp;otilde;es Unidas para a Educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o, a Ci&amp;ecirc;ncia e Cultura (Unesco) no Brasil, Timothy Ireland. Nesta segunda-feira (8), a organiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o comemora o Dia Internacional da Alfabetiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o.&lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;br&gt;</description>
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